domingo, 23 de maio de 2010

Escola de Verão de Voluntariado

Évora 30 de Junho, 1 e 2 de Julho Fórum Eugénio de Almeida

A Fundação Eugénio de Almeida promove em 2010 a primeira edição da Escola de Verão de Voluntariado à qual se associam conceituados especialistas nacionais e internacionais, disponibilizando um conjunto sistematizado de conhecimento e informação relevantes, na perspectiva da criação de novos modelos de actuação e de melhores condições para o exercício efectivo do voluntariado.

O desenvolvimento, num curto período de tempo, de um conjunto de actividades formativas e pedagógicas, incluindo conferências, workshops e sessões de partilha de práticas, entre os diversos agentes do voluntariado provenientes de todo o território nacional, procura dar resposta à necessidade de formação e capacitação destes agentes no terreno.

Aliados aos aspectos formativos e pedagógicos, os diversos momentos de convívio previstos durante a iniciativa serão uma oportunidade única para o estabelecimento de uma rede de contactos, na área do voluntariado, entre os vários participantes e intervenientes.

Destinatários
São destinatários os voluntários, técnicos, animadores e coordenadores de projectos de voluntariado, formadores e dirigentes de organizações privadas e públicas que desenvolvam ou venham a desenvolver projectos de voluntariado.

Para mais informações contacte:

bancodevoluntariado@fea.pt
266 748 300
http://www.fundacaoeugeniodealmeida.pt/banco-voluntariado/homepage.asp

sábado, 22 de maio de 2010

Testemunhos (I)

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

Acompanhou-me desde longa data um desejo de iniciar uma vida de “voluntariado” logo que terminasse a minha vida profissional e entrasse na situação de “aposentada”.
Muito embora fosse muito forte o desejo de servir a causa do “voluntariado senti que não o poderia fazer como desejaria dado que a minha vida particular tal não permita. Sentia, porém que algo poderia fazer e por isso não deveria desistir. E assim aconteceu.
Depois de várias propostas decidi-me pelo “Voluntariado da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa”. O meu voluntariado é dirigido aos idosos que se encontram internados em lares, idosos esses que são subsidiados pela Santa Casa. Muitos desses idosos não têm na família uma pessoa amiga, enfim alguém que lhes dê um pouco de carinho, de ternura, de amor, de atenção, bem como tratar de certos pessoais, pois já têm dificuldade para o fazer.
Passei a ser a sua “Procuradora”. Sou eu que procuro resolver todos os assuntos que necessitem de ser resolvidos e isso contribui para que se sintam que não estão sós, que têm alguém que os escuta, que os ajuda, que os apoia e está sempre ao seu lado para lhes dar força, aquela coragem que tanto necessitam para enfrentar a adversidade que estão vivendo mas que com muita esperança, muita fé poderá ser vencida.
E esta mensagem é a mensagem que desejo e espero saber transmitir-lhes.
Termino com um apelo.
Quer tenha muito ou pouco tempo disponível para “voluntariado” deve fazê-lo porque será de certo uma grande prova de amor ao seu semelhante.

Voluntária da DASL Sul

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Transforme realidades. Seja voluntário.

Estatuto e Principios do Voluntário

A Lei n.º 71/98 de 3 de Novembro afirma que "O Estado reconhece o valor social do voluntariado como expressão do exercício livre de uma cidadania activa e solidária e promove e garante a sua autonomia e pluralismo." (Cf. Artigo 5.º).

O Artigo 6.º da Lei a.m. refere como "Princípios enquadradores do voluntariado" os seguintes (síntese):

Solidariedade
- Responsabilidade de todos os cidadãos na realização dos fins do voluntariado.

Participação
- Intervenção de voluntários e de entidades promotoras em áreas de interesse social.

Cooperação
- Concertação de esforços e de projectos de entidades promotoras de voluntariado.

Complementaridade
- O Voluntário não deve substituir os recursos humanos das entidades promotoras.

Gratuitidade
- O Voluntário não é remunerado pelo exercício do seu voluntariado.

Responsabilidade
- O Voluntário é responsável pelo exercício da actividade que se comprometeu realizar, dadas as expectativas criadas aos destinatários desse trabalho voluntário.

Convergência
- Harmonização da actuação do voluntário com a cultura e objectivos da entidade promotora.